05 · Aposentadoria
Ele votou pra você trabalhar mais e receber menos.
Ele
Votou SIM na Reforma da Previdência de 2019, nos dois turnos.
Quando a oposição tentou aliviar o texto, votou pra manter as regras do governo: idade mínima da mulher, pensão por morte e até o corte no abono salarial (PIS).
Agora, quem coordena a campanha dele é Rogério Marinho, que comandou essa reforma no governo Bolsonaro. Em março, Marinho disse: “Só posso dizer que vamos ter de revisitar a Previdência.”
Você
Acabou a aposentadoria só por tempo de contribuição. Pra quem começou depois da reforma, a idade mínima é 65 anos (homem) e 62 (mulher).
Com 20 anos de contribuição, um homem recebe 60% da média. Média de R$ 3.000? R$ 1.800.
A pensão por morte caiu de 100% para 50% mais 10% por dependente. Viúva sem filhos menores: R$ 1.800 em vez de R$ 3.000.
Detalhe
O corte no abono salarial de quem ganha mais de R$ 1.364 só não passou porque faltaram votos: teve 42, precisava de 49. Flávio votou a favor do corte.
Quem já contribuía antes de novembro de 2019 segue regras de transição.
Em setembro de 2026, a campanha de Flávio disse que vai manter o reajuste das aposentadorias ligado ao salário mínimo.
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Mandar no WhatsAppFontes
- Votações da PEC 6/2019 (Senado, dados abertos)
- Reforma da Previdência é aprovada em primeiro turno (Agência Senado, 02/10/2019)
- Como votaram os senadores no segundo turno (Agência Senado, 22/10/2019)
- Senado mantém abono salarial para quem ganha até dois mínimos (Agência Brasil)
- Emenda Constitucional 103/2019 (Planalto)
- Rogério Marinho, secretário de Previdência, acompanha a reforma no Senado (Agência Senado, 09/04/2019)
- Governo Flávio fará reformas da Previdência e trabalhista, diz Marinho (Poder360, 06/03/2026)
- Campanha de Flávio diz que vinculação entre salário mínimo e Previdência será mantida (InfoMoney, 09/2026)